Art Tape 7/10: Black Sabbath
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Uma das bandas mais polêmicas que surgiu no final dos 60 e começo dos 70. Odiados por muitos e amados por muitos outros, os quatro jovens ingleses que queriam fazer um “blues pesado e barulhento para assustar as pessoas” mais tarde viraram os percursores do Heavy Metal, por mais que algumas pessoas discordem. Nascidos na industrial Inglaterra do final dos anos 40, John Michael Osbourne, Terence Michael Joseph Butler, Anthony Frank Iommi e William Thomas Ward, tiveram que ouvir diversas vezes: “O som de vocês é uma merda, saiam do meu bar”, antes de ganharem o mundo com a voz aguda do esquisitão performatico Ozzy Osbourne, as guitarras sujas e pesadas do Tony Iommi, o baixo marcante de Gezzer Butler e o milagroso Bill Ward, que usava uma bateria com 4 ou 5 peças e ainda assim tirava delas um som mais completo e pesado do que muitas bandas de hoje em dia. Bom, não sou nenhum especialista em nada, então eu posso estar errado sobre quaisquer pontos que indiquei ou vou indicar, mas caso você discorde – ou realmente saiba que falei merda – por favor, me avise! A banda passou por tantas fases, que seria difícil escrever sobre tudo aqui, então vou falar sobre as duas partes mais interessantes, separadas em dois Art Tapes diferentes. neste aqui vou falar das capas feitas com o Ozzy na banda e logo em seguida o Art Tape 08, com a fase Dio. A primeira capa do Sabbath, é o single – Evil Woman – lançado pela Vertigo.
Segundo o próprio Ozzy – na sua biografia – eles não tiveram nada a ver com a capa do Black Sabbath, já que as bandas geralmente não tinham liberdade de se envolver muito com essas partes naquela época, mas que eles adoraram ver tudo pronto. A foto macabra, foi feita em um moinho, chamado Mapledurham Watermill. Então aqueles boatos de que a mulher macabra era o Ozzy, pelo menos segundo ele, é mentira.
O segundo álbum deveria se chamar War Pigs, e por isso a capa era uma foto rosa dos quatro integrantes usando uma armadura estranha, uma espada e um escudo, mas uma das últimas música que surgiu no final das gravações para completar o disco, acabou agrandando tanto os produtores, que virou o título do disco: Paranoid. Dizem que a capa não fazia mais sentido sem o nome War Pigs, então mudaram a foto para um soldado pulando.
Master of Reality tem uma capa all-type e mais simples.
A gravação do Vol 4 foi feita em uma casa alugada em Laguna Beach, Los Angeles. Nessa época a banda já era extremamente famosa, com uma porrada de hits e dinheiro. A história que contam é que de tanto usar cocaina fizeram a música Snow Blind, e queriam que esse fosse o nome do álbum, mas a gravadora se recusou dizendo que o nome era uma apologia muito forte ás drogas e então a banda se recusou a sugerir outro nome. Por falta de opções, a gravadora usou a silhueta de uma foto do Ozzy no palco e chamou o disco de Vol 4 já que era de fato o quarto álbum da banda.
Para a capa do Sabbath Bloody Sabbath foi utilizada uma pintura do artista Drew Struzan, provavelmente o maios criador de posters que Hollywood já teve, responsável pelas artes de Star Wars, Blade Runner, De volta para o futuro, Indiana jones, E.T., Rambo e até Harry Potter e a Pedra Filosofal! Ele está na ativa até hoje, e merece com certeza um post só para ele.
A arte foi feita em lápis de cor e tinta acrílica em uma tela de com 30″ x 40″ no ano de 1955, baseada em uma pintura dos anos 1700′s que Drew ganhou na sua crisma. Além dessa arte que virou capa para o Sabbath e os posters, suas artes também estão em algumas capas do Alice Cooper.
Aqui começa o primeiro fim da banda, o álbum foi gravado em uma casa antiga e a foto foi feita em um espelho que eles encontraram lá, até onde sei.
As capas já nem parecem mais com o velho Sabbath, e de fato as coisas estavam diferentes entre a banda, o que culminou na saída do Ozzy e a entrada do Dio com o Heaven and Hell. |






















